Sinto muito mas não me esperem
29.5.09
26.5.09
21.5.09
8.5.09
Guia (nocturno) para um fim de semana sem arrependimentos
Em caso de dúvida, não se faça acompanhar pelo seu telemóvel. Deixe-o em casa a descansar!
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mbmac
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10:38
1 Corridas
5.5.09
Em muitos casos, o ego de um homem será inversamente proporcional à sua altura.
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mbmac
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10:16
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Corridas
28.4.09
'Seja dono do seu banco'
SIGNO DE GÉMEOS: "É o mais complexo de todos os signos. As palavras que melhor o definem são movimento e inteligência. A coisa que mais teme é a rotina e o aborrecimento. Não consegue estar concentrado a fazer uma só coisa. É empreendedor e muito trabalhador. Gosta de provocar, mas evita o confronto directo. Tem dificuldade em lidar de frente com as situações difíceis, prefere contorná-las com astúcia. Precisa da mudança, sente-se atraído pelas situações de perigo. Adora conversar e viajar. É frequente encontrá-lo a escrever, a desenhar, a cantar ou a pintar. Atrai o sexo oposto com a maior das facilidades. Como é muito cerebral, tem um controlo absoluto sobre a sua sexualidade."
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mbmac
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17:49
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Corridas
27.4.09
24.4.09
Aos meus queridos amigos (estas conhecemo-las bem!)
Caro leitor,
Se começa a sentir-se deprimido com a aparente soturna vontade da autora em escrever de forma escura e lúgubre, trazemos-lhe boas novas de remédio que é santo: compre um porco e uma guitarra e vá cantar para o metro, que a rede bem precisa!
A autora, essa, vai ver se toma um cházinho da Escócia para acalmar os nervos, já que o sol que se faz sentir ignora os boatos de pioria do tempo para o fim-de-semana e adivinha uma vida de sorrisos e conquistas.
Obrigada.
Se começa a sentir-se deprimido com a aparente soturna vontade da autora em escrever de forma escura e lúgubre, trazemos-lhe boas novas de remédio que é santo: compre um porco e uma guitarra e vá cantar para o metro, que a rede bem precisa!
A autora, essa, vai ver se toma um cházinho da Escócia para acalmar os nervos, já que o sol que se faz sentir ignora os boatos de pioria do tempo para o fim-de-semana e adivinha uma vida de sorrisos e conquistas.
Obrigada.
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mbmac
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15:47
1 Corridas
21.4.09
Duas vezes, pela última vez
A parte mais difícil é aquela em que me lembro de ti.
Um momento de combustão.
Os olhos deixam de ver-te mas não param de olhar-te.
As mãos, tensas, fecham-se. Os dentes acompanham-nas.
Faço força, muita força, mas como caio se me esquecer, lembro-me se deixar de pensar.
A parte mais difícil é pensar.
A parte mais difícil é aquela em que deixo de acreditar no que pode destruir-nos. O pensamento mata-nos a alma e faz-nos desmaiar.
Errado é não continuar. Errado é perder e não esquecer e há quem não consiga dizer a verdade.
Um momento de combustão.
Os olhos deixam de ver-te mas não param de olhar-te.
As mãos, tensas, fecham-se. Os dentes acompanham-nas.
Faço força, muita força, mas como caio se me esquecer, lembro-me se deixar de pensar.
A parte mais difícil é pensar.
A parte mais difícil é aquela em que deixo de acreditar no que pode destruir-nos. O pensamento mata-nos a alma e faz-nos desmaiar.
Errado é não continuar. Errado é perder e não esquecer e há quem não consiga dizer a verdade.
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mbmac
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23:16
5
Corridas
13.4.09
23.3.09
17.3.09
Um sentido inesperado
Quando caiu a ficha, no fim da estrada, no fim da linha, separou-se-lhe a alma da vida e deixou de ser humano. Sem alma não podia sentir e sem vida não podia caminhar.
Olhou ao seu redor e nada lhe pareceu familiar, nem um traço, nem um sorriso, nem um olhar e girou o corpo. Para trás avistavam-se pegadas, provavelmente suas, que em linha recta se estendiam até ao horizonte, até onde a fraca condição em que estava não o permitia mais voltar.
Fechou e abriu os olhos, estava num lugar solarengo e seco, sem verdura, sem cheiros, sem pessoas. Sentiu-se só e, contrariando o sentimento, voltou a girar sobre o seu eixo e continuou em frente.
Olhou ao seu redor e nada lhe pareceu familiar, nem um traço, nem um sorriso, nem um olhar e girou o corpo. Para trás avistavam-se pegadas, provavelmente suas, que em linha recta se estendiam até ao horizonte, até onde a fraca condição em que estava não o permitia mais voltar.
Fechou e abriu os olhos, estava num lugar solarengo e seco, sem verdura, sem cheiros, sem pessoas. Sentiu-se só e, contrariando o sentimento, voltou a girar sobre o seu eixo e continuou em frente.
Passaram-se algumas luas e, quando os pés eram já descalços, cruzou-se com o narrador que escreveu a sua história. Contou-lhe como havia ficado sem vida e sem alma, num único instante, e como acordara sem nada que o fizesse lembrar-se de onde vinham as pegadas que marcavam o chão desidratado. Contou-lhe como tinha sede e fome de si, de voltar a existir, e de como sozinho esquecera a fala e aprendera linguagem gestual.
Enquanto reaprendia os sons, o narrador ouvia, escrevia… e cativava-se. Eram sons melodiosos, eram histórias sem par, era uma solidão intensa e tão profunda que se sentiu ser puxado e enterrado em tão grande erma.
Enquanto reaprendia os sons, o narrador ouvia, escrevia… e cativava-se. Eram sons melodiosos, eram histórias sem par, era uma solidão intensa e tão profunda que se sentiu ser puxado e enterrado em tão grande erma.
Guardou a esferográfica, abriu o coração e deu ao desconhecido os seus sapatos, decidido a acompanhar descalço aquele destino.
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mbmac
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11:23
3
Corridas
14.3.09
11.3.09
9.3.09
Sábado e 2 dias mais
Nem sequer foi muito difícil saber quem ele era. Esperei 6 meses e uns dias à porta de sua casa. Nem sequer foi muito difícil.
Um dia pedi-lhe um cartão-de-visita. Noutro, pedi-lhe que me permitisse tocar-lhe as mãos e no que se seguiu quis tirar-lhe uma fotografia. A resposta foi sempre ‘não’ mas os meus olhos perceberam que ‘sim’.
Podiam chamar-me impaciente, mas eu esperei 6 meses e uns dias para o conseguir ver e nem sequer foi muito difícil saber quem ele era.
Conseguir encontrá-lo na vida real foi um trabalho árduo. Por vezes imagino que é fruto da minha imaginação.
Mas não, ele sabe o meu nome, sabe que gosto de preto, que os meus lábios são cor de rosa e até sabe a que soa a minha voz. E comunicamos. Fomos feitos para coexistir.
Um dia pedi-lhe um cartão-de-visita. Noutro, pedi-lhe que me permitisse tocar-lhe as mãos e no que se seguiu quis tirar-lhe uma fotografia. A resposta foi sempre ‘não’ mas os meus olhos perceberam que ‘sim’.
Podiam chamar-me impaciente, mas eu esperei 6 meses e uns dias para o conseguir ver e nem sequer foi muito difícil saber quem ele era.
Conseguir encontrá-lo na vida real foi um trabalho árduo. Por vezes imagino que é fruto da minha imaginação.
Mas não, ele sabe o meu nome, sabe que gosto de preto, que os meus lábios são cor de rosa e até sabe a que soa a minha voz. E comunicamos. Fomos feitos para coexistir.
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mbmac
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15:58
1 Corridas
6.3.09
desaparecido a 10 de Janeiro desaparecimento deu origem a uma onda de solidariedade que não conseguem explicar desaparecimento crime extraordinário caso noite de lua cheia pessoa calma, bem-disposta sair à noite percurso Landeskriminalamt Berlim saíam dos bares espécie de buraco negro pontes Ostbahnhof cartazes com o rosto cidade mestrado concluído tese do rapto contrato de trabalho permanente estranhamente calmo 'Tchau' de que gostamos não tem pistas corpo Afonso Tiago fundo do rio Spree Afonso Tiago Afonso Tiago Afonso Tiago família
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mbmac
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15:29
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4.3.09
2.3.09
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